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Quanto dinheiro útil sua empresa deixa “evaporar” todos os anos sem você perceber?

Foto do escritor: Carlos Marcelo SantAnna
Carlos Marcelo SantAnna
24 de jul.
5 min de leitura


Por Carlos Marcelo - Sócio Fundador da Darumasan.


Talvez ninguém tenha te contado que dentro da sua empresa existe um “orçamento ignorado”, um valor que pode estar sendo desperdiçado todos os anos. Se você investir alguns minutos eu te conto, e possivelmente terá um retorno surpreendente.

 

Os valores a que me refiro já entraram na sua empresa, não se trata de empréstimo, financiamento ou compra. Porém ele evapora se você não fizer nada. O tema é tão importante que faz parte de estudos da Fundação Getúlio Vargas (FGV), com informações surpreendentes revelando que cada R$1,00 investido pelo “orçamento ignorado” tem retorno de R$ 7,59.

 

Ao longo da minha trajetória percebi que inúmeras empresas investem milhões em marketing, publicidade e fortalecimento de marca, fazem campanhas, patrocinam eventos, disputam espaço no mercado. De certa forma tudo isso faz sentido. Muitas se perguntam uma coisa muito simples, “Existe uma forma de investir mais sem aumentar os custos?”

O problema é que poucas sabem que a resposta é sim. E é justamente aí que muitas empresas começam a perder dinheiro sem perceber.

 

São muitas as empresas de lucro presumido ou lucro real que pagam altos impostos. Todos os meses realizam contorcionismo contábil para quitar os tributos de forma correta, sem correr o risco de pagar juros e multas. A preocupação com o problema é tão grande que ainda não se deram conta de que existe uma alternativa de alívio financeiro totalmente legal e viável.

 

Grande parte das empresas ignoram os recursos do “orçamento ignorado”. Parece redundante, mas é por ignorância que o orçamento é assim denominado. Você não irá encontrar o termo “orçamento ignorado” em livros técnicos ou na rotina contábil, mas pode ter certeza de que algumas empresas o conhecem bem, não por acaso esse conhecimento está concentrado em um número relativamente pequeno de grandes grupos empresariais, que o utilizam de forma estratégica, realizando ótimos investimentos e obtendo excelentes resultados.

 

O que me impressiona é o fato de não ser segredo ou informação de difícil acesso, mas a grande maioria ignora e deixa, ano após ano, o dinheiro da empresa evaporar sobre a mesa. Como já disse, todas as empresas de lucro presumido ou lucro real, que pagam regularmente seus impostos estão habilitadas para utilizar o “orçamento ignorado”. É bom ficar atento, pois seus concorrentes já podem estar usando do recursos e você ainda não percebeu.

 

Não se trata de financiamento, nem de empréstimo bancário ou aplicações arriscadas. Essa verba já está nos cofres da sua empresa, você o coloca sobre a mesa e ele evapora, ele vai embora e você não observa nenhum retorno com isso. Mas você, como muitos, podem encerrar este ciclo de desperdício. Isso significa que ainda existe um enorme espaço para empresas que ainda não descobriram essa oportunidade. Um verdadeiro deserto de solo fértil que precisa ser semeado.

 

Enquanto muitas empresas continuam ignorando esse mecanismo, outras já o entenderam e realizam projetos de grande impacto na promoção da sua marca e de seus produtos, em ativações e promovendo experiências que criam vínculo. E é aqui está o ponto que fará a diferença entre, você buscar investir um pouco mais de tempo para entender de onde vem os recursos do “orçamento ignorado”, e permanecer ignorando os valores que evaporam sobre a mesa da sua empresa.  

 

Sendo bem claro, o “orçamento ignorado” é seu próprio dinheiro, ou melhor, o dinheiro que não é mais seu pois sairá para pagamento de impostos e você não verá nenhum benefício depois que ele sair, a não ser que você estrategicamente acione o mecanismo de resgate de parte desse valor. É um mecanismo muito mais simples que você imagina e com retorno que vai além das suas expectativas.

 

Não estamos falando apenas de um imposto que será pago, mas sim de um recurso que já vai sair do caixa da empresa, que poderia estar construindo reputação, fortalecendo a marca e gerando impacto social positivo. As leis de incentivo são uma das formas mais inteligentes de fortalecer posicionamento institucional, relacionamento com clientes, colaboradores, fornecedores e comunidades.

 

E antes que alguém pense, “Mas tenho receio dessas leis…”

Essa é uma das objeções que mais escuto e percebo que muitos ignoram o verdadeiro potencial das leis de incentivo por preconceito e falta de informação sobre todo o processo, e por vezes por mera associação a questões ideológicas.

 

Vamos lá, “desbloqueie esse crédito” que é direito seu, e continue lendo.

 

Em vez de simplesmente recolher parte dos tributos, a legislação permite que empresas enquadradas nas regras das leis de incentivo direcionem uma parcela desse valor para projetos culturais e esportivos previamente aprovados pelo poder público. Ou seja, você não está apenas patrocinando um projeto, está investindo em educação, em inclusão, em esporte, em cultura, em formação de talentos, em desenvolvimento econômico, em reputação, em legado.

 

Percebe a diferença?

Você transforma em benefício um custo obrigatório, que independente da sua vontade vai sair sem volta. Ao resgatar esse valor, de forma totalmente legal, você pode investir em algo que irá gerar valor para sua marca com impacto na sociedade. Não é apenas uma questão financeira, é uma oportunidade estratégica.

 

Para reforçar tudo o que já falei, trago alguns informações que podem ser facilmente encontradas na internet.

 

O Meio e mensagem aborda a “Valorização da Marca e Confiança”, onde pesquisas de mercado indicam que marcas com um propósito social bem definido podem ampliar seu valor de mercado em até 175% no longo prazo.

 

A Revista Fórum fala sobre o “Impacto Econômico Comprovado”, onde um estudo abrangente conduzido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontou que o investimento em cultura gera um forte efeito multiplicador. O levantamento revelou que, a cada R$ 1 investido em projetos via Lei Rouanet, R$ 7,59 retornam para a economia, movimentando toda uma cadeia de serviços, turismo e comércio local.

 

Os estudos realizados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicam que o patrocínio a projetos incentivados vai muito além do marketing de visibilidade, atuando como um forte motor de reputação.

 

Instituições como a Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC) e a Federação das Industrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN) possuem manuais detalhados que orientam as empresas sobre como utilizar essas ações para solidificar sua imagem no mercado.

 

As leis de incentivo à cultura e ao esporte são neutras. Na prática, elas são instrumentos legais, transparentes e fiscalizados. Para receber aprovação, tanto as empresas patrocinadoras quanto os projetos, precisam atender critérios técnicos já estabelecidos e de conhecimento público. A lei não possui ideologia. Ela oferece uma ferramenta para transformar parte dos impostos em projetos com impacto no desenvolvimento social, com retorno e resultados positivos para as empresas.

 

Hoje, acredito que a pergunta mais importante já não seja, “Minha empresa pode utilizar as leis de incentivo?”

A verdadeira pergunta é, “Quanto valor minha empresa desperdiça todos os anos por não utilizar um recurso que já faz parte da sua carga tributária?”

 

Essa mudança de perspectiva faz toda a diferença. Quem entende esse mecanismo deixa de enxergar apenas um imposto e passa a enxergar uma poderosa estratégia de marca.

 

Se você ainda não sabe se sua empresa pode aproveitar essa oportunidade, talvez esteja deixando o dinheiro evaporar sobre a mesa sem perceber.

 

Quer descobrir se sua empresa se enquadra e quanto ela pode transformar sem aumentar seus custos? Eu posso te ajudar nesse primeiro passo, basta investir alguns minutos para falar comigo.

 

Será um prazer analisar o seu caso e mostrar, de forma prática, como transformar um gasto inevitável em investimento, reputação e legado.


 
 
 

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